
Então, queridinha. Não é que eu te odeie, mas não vou com a tua cara, e muito menos, com o teu jeito de ser. Confesso que não foi sempre assim. Confesso que já tive pena de você, quando as lagrimas se formaram no seu rosto. Mas você transformou. Você converteu toda a minha simpatia por você, em raiva. E essa raiva foi se transformando em ódio. Em necessidade de ver você quebrar a cara. Sei que é errado. Sei que não devia desejar o mal para ninguém. Mas, eu não consigo evitar. Todos os dias, quando eu vejo a sua cara, me da vontade de pular no seu pescoço. As coisas que você fala, nada a ver com nada. A sua risada irritante ao extremo. O jeito que pensa que é superior aos outros, pensa que sabe de tudo e mais um pouco. Mas não. Muito pelo contrário. E eu não sou a única que sente desprezo quando te enxerga. Muitos dos seus “amigos” pensam o mesmo de você. Aliás, cadê os seus amigos verdadeiros? Acha mesmo, que as pessoas que andam contigo, são seus amigos de verdade? Só falam com você para não te magoar. Mas aguarde. Aguarde, porque, um dia, eles vão perder a paciência contigo. E eu vou estar lá. No fundo da situação, rindo como nunca. E você vai tentar saciar todos, pode até conseguir, por alguns minutos. Eu sinceramente, espero que um dia leia isso. E veja tudo o que você é. Metida, trouxa e ignorante. Sinceramente? Cale a tua boca, e não se meta no meu caminho. Pelo contrário, afaste-se como nunca. Suma daqui.
(sweet-diamonds)
